BeerTrip Trapista: Bélgica e Holanda
Uma viagem por abadias, cervejarias históricas e alguns dos bares mais lendários do mundo da cerveja.
Onde cerveja, história e
tradição se encontram.
N
esta viagem, vamos percorrer algumas das regiões cervejeiras mais importantes da Europa em busca de uma tradição que atravessa séculos.
De Bruges a Bruxelas, passando por Antuérpia, Ghent, Dinant e pela Holanda, o caminho reúne abadias trapistas, cervejarias históricas, bares lendários e cidades que parecem ter parado no tempo.
Westvleteren, Westmalle, Chimay, Orval, La Trappe e Achel são alguns dos nomes que fazem parte dessa jornada — além de ícones da cerveja belga como Cantillon, Duvel, St. Bernardus e De Struise.
Uma imersão em uma das culturas cervejeiras mais fascinantes do mundo.
Experiências incluídas
Grandes nomes da cerveja belga e trapista
De abadias centenárias a cervejarias que ajudaram a transformar a Bélgica em referência mundial, uma seleção de lugares que fazem parte dessa jornada.
Existem cervejas que carregam séculos de história.
Na Bélgica e na Holanda, algumas delas nasceram atrás dos muros de abadias.
A tradição trapista transformou a produção de cerveja em muito mais do que uma receita. Nos mosteiros, ela faz parte de uma história construída ao longo de gerações, ligada à vida monástica e ao próprio sustento das comunidades.
Nesta viagem, você vai seguir essa história de perto: Westvleteren, Westmalle, Chimay, Orval, Achel e La Trappe fazem parte do caminho.
Mas a Bélgica cervejeira vai muito além das abadias.
Você vai encontrar fermentações espontâneas, cervejarias que atravessaram gerações, pubs com cartas intermináveis e cidades onde pedir uma cerveja pode significar escolher entre centenas de possibilidades.
Não é uma viagem para simplesmente provar cervejas. É uma viagem para entender de onde elas vieram.
Roteiro:
Como será a viagem
Um guia, não uma agenda. Os melhores momentos acontecem entre os itens listados.
Dia 01
Embarque com destino à Bélgica.
Dia 02
Chegada em Bruxelas e transfer para Bruges. Visita às cervejarias De Halve Maan ou Bourgogne des Flandres. À noite, jantar de boas-vindas na Brasserie Cambrinus.
Dia 03
Visita às cervejarias Westvleteren, St. Bernardus e De Struise. À noite, visita aos bares Le Trappist ou Café Vlissinghe.
Dia 04
Dia livre para turismo. Sugestão para a noite: bar De Garre ou 't Brugs Beertje.
Dia 05
Saída de Bruges em direção à Antuérpia. No caminho, visita panorâmica pela cidade de Ghent e tour na cervejaria Huyghe (Delirium). Visita à cervejaria trapista Westmalle. À noite, bares Beerlovers ou Billie's Bier Kafeteria.
Dia 06
Visita às cervejarias trapistas Achel e La Trappe, ambas na Holanda. À noite, visita ao lendário bar Café Kulminator.
Dia 07
Saída de Antuérpia em direção à Valônia, região sul da Bélgica. Tour na cervejaria Bosteels, que produz a cerveja DEUS. À noite, bar Café Leffe ou Cassino de Dinant.
Dia 08
Visita ao Forte de Dinant, ao mosteiro de Orval e também à cervejaria trapista Chimay. Noite livre.
Dia 09
Visita às cervejarias Cantillon, Het Anker (Gouden Carolus) e Duvel Moortgat. À noite, bares À la Mort Subite, Moeder Lambic ou Poechenellekelder.
Dia 10
Dia dedicado à participação no Belgian Beer Weekend. À noite, confraternização de despedida no Delirium Café.
Dia 11
Visita ao bar In de Verzekering Tegen de Grote Dorst e ao Atomium. Traslado ao aeroporto para o voo de retorno ao Brasil.
Dia 12
Chegada ao Brasil.
*Roteiro previsto, sujeito a alterações por clima, força maior ou segurança do grupo. Atividades equivalentes serão oferecidas se necessário.
O que está incluso
Hospedagem
Ingressos e Visitas
Transporte e Equipe
Seguro e impostos
*Para passageiros com idade até 64 anos — consulte valor adicional para passageiros com mais de 65 anos.
Muito além da cerveja
Canais, cidades medievais, abadias e algumas das paisagens mais bonitas da Bélgica e da Holanda também fazem parte da experiência.
Dúvidas Frequentes
Tudo o que você precisa saber antes de embarcar em uma BeerTrip.
Vamos visitar mosteiros de verdade, ou apenas os bares e lojas anexos às cervejarias trapistas?
Varia por cervejaria. A maioria dos mosteiros trapistas não abre a produção para visita pública — o acesso costuma ser ao bar ou à loja anexa, onde a cerveja é servida fresca. O roteiro é transparente sobre o que é visitável em cada parada, para não criar uma expectativa que a própria tradição trapista não permite cumprir.
Quantas cervejarias trapistas visitamos nesta edição?
Seis: La Trappe, Westvleteren, Orval, Achel, Chimay e Westmalle. Cada uma representa uma fase diferente da tradição trapista, de casas muito reservadas a outras mais abertas ao público.
O que torna a cerveja trapista diferente de uma cerveja artesanal comum?
Trapista não é um estilo de cerveja, é uma certificação — o selo Authentic Trappist Product, concedido pela Associação Internacional Trapista. Para usá-lo, a cerveja precisa ser produzida dentro dos muros do mosteiro, por monges ou sob supervisão direta deles, e a atividade comercial precisa estar subordinada à vida monástica, com a renda destinada à manutenção da comunidade e a obras sociais e de caridade. É essa relação entre produção e propósito monástico que o roteiro busca mostrar, não apenas o sabor.
O que é o Belgian Beer Weekend, incluído nesta edição?
É um dos grandes festivais cervejeiros da Bélgica, realizado em Bruxelas, reunindo cervejarias do país em um só lugar. A edição da BeerTrip que coincide com o festival inclui a visita como fechamento do roteiro.
O que é uma cerveja Lambic, e o roteiro passa por essa tradição?
Sim. A Lambic é produzida por fermentação espontânea, sem adição de levedura selecionada — uma técnica associada à região de Bruxelas. A visita à Cantillon, uma das casas mais respeitadas do estilo, faz parte do roteiro.
Por que os bares históricos fazem parte do roteiro, e não só as cervejarias?
Porque parte da cultura cervejeira belga vive nesses bares — alguns com décadas, outros com séculos de funcionamento — e não apenas nas casas produtoras. Passar por lugares como Delirium Café ou De Garre é entender onde e como a cerveja belga é consumida, não só onde é feita.
Como o roteiro mostra a diversidade cervejeira belga, além das trapistas?
Combinando as trapistas com cervejarias de perfis distintos — da fermentação espontânea da Cantillon aos estilos fortes da Duvel, passando por casas como De Halve Maan e Het Anker. A ideia é mostrar que “cerveja belga” cobre um espectro muito maior do que o estilo trapista, por mais conhecido que ele seja.
Por que o roteiro inclui cidades como Bruges, Antuérpia e Bruxelas, além das cervejarias?
Porque a cultura cervejeira belga está entrelaçada com a história dessas cidades — praças medievais, guildas e arquitetura que ajudam a explicar por que a cerveja ocupa o lugar que ocupa na identidade do país.
Por que o roteiro passa por Dinant, que não é conhecida pela cerveja?
Dinant é uma cidade histórica às margens do rio Mosa, e sua presença no roteiro é proposital: um contraponto de paisagem e história entre os trechos mais concentrados em cervejarias.
Vamos entrar na Holanda durante este roteiro?
Sim — o roteiro inclui um trecho pelo sul da Holanda, com tradição e estilos cervejeiros próprios, que complementam, sem repetir, a parte belga da viagem.
Preciso de visto para a Bélgica e a Holanda?
Não. Brasileiros em viagem turística não precisam de visto para permanência de até 90 dias nesses países. O passaporte deve ter validade mínima de 3 meses a partir da data de entrada.
Como é o clima na Bélgica e Holanda na época da viagem?
Final de verão europeu — dias geralmente agradáveis, entre 15°C e 24°C, com chance de chuva. Vale levar um agasalho leve e calçado confortável para caminhada nas cidades históricas.
Quer participar da próxima BeerTrip?
Preencha o formulário e em até 24h úteis entraremos em contato
com todas as informações sobre a viagem.